Différences
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| Bom balanço do período de partido único (75-91) comparativamente a todos os outros países do continente. Marxismo moderado, algum progresso apesar de péssimas condições. O PAICV perdeu as primeiras eleições livres : fracasso da política de desenvolvimento rural, insistência muito grande sobre a africanidade a custo da latinidade e europeidade, | Bom balanço do período de partido único (75-91) comparativamente a todos os outros países do continente. Marxismo moderado, algum progresso apesar de péssimas condições. O PAICV perdeu as primeiras eleições livres : fracasso da política de desenvolvimento rural, insistência muito grande sobre a africanidade a custo da latinidade e europeidade, | ||
| - | Algumas datas sobre Amílcar | + | Algumas datas sobre Amílcar |
| 12 de Setembro de 1924 : Nasce em Bafatá, Guiné\\ | 12 de Setembro de 1924 : Nasce em Bafatá, Guiné\\ | ||
| 1932: Vai para Cabo Verde\\ | 1932: Vai para Cabo Verde\\ | ||
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| 1981 : (19 janvier) : o PAIGC é substituido pelo PAICV. Arístides Pereira é secretário geral do PAICV.\\ | 1981 : (19 janvier) : o PAIGC é substituido pelo PAICV. Arístides Pereira é secretário geral do PAICV.\\ | ||
| 1990 (28 septembre) : Adopção do multipartidarismo. (PAIGC partido único desde 1975)\\ | 1990 (28 septembre) : Adopção do multipartidarismo. (PAIGC partido único desde 1975)\\ | ||
| - | 1991 (12 janvier) : Eleições legislativas.Vitoria do MPB : 56 deputados sobre 79. O presidente do MPB, Carlos Veiga, é primeiro ministro.\\ | + | 1991 (12 janvier) : Eleições legislativas.Vitoria do MpD : 56 deputados sobre 79. O presidente do MpD, Carlos Veiga, é primeiro ministro.\\ |
| - | 1991 (17 février) : Primeira eleição presidencial pluralista. Eleição de António Mascarenhas Monteiro (MPD).\\ | + | 1991 (17 février) : Primeira eleição presidencial pluralista. Eleição de António Mascarenhas Monteiro (MpD).\\ |
| - | 1995 (17 décembre) : Eleições legislativas. | + | 1995 (17 décembre) : Eleições legislativas. |
| 1996 (18 février) : Reeleição de António Mascarenhas Monteiro.\\ | 1996 (18 février) : Reeleição de António Mascarenhas Monteiro.\\ | ||
| 1996 (17 juillet) : Adesão à CPLP\\ | 1996 (17 juillet) : Adesão à CPLP\\ | ||
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| 2001 (11 février) : Eleição de Pedro Pires, do PAICV\\ | 2001 (11 février) : Eleição de Pedro Pires, do PAICV\\ | ||
| 2006 : Reeleição de Pedro Pires.\\ | 2006 : Reeleição de Pedro Pires.\\ | ||
| - | 2012 : Eleição de Jorge Carlos Fonseca. | + | 2012 : Eleição de Jorge Carlos Fonseca |
| ===== Economia ===== | ===== Economia ===== | ||
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| ===== Cultura e educação ===== | ===== Cultura e educação ===== | ||
| A penetração do mundo digital, o melhor dos Palops : http:// | A penetração do mundo digital, o melhor dos Palops : http:// | ||
| + | O caboverdiano é também no mais letrado dos habitantes dos Palops. Ver : http:// | ||
| Triângulo da crioulidade : africanidade, | Triângulo da crioulidade : africanidade, | ||
| A cultura popular do povo cabo-verdiano reflecte cinco séculos de influências europeias e africanas, e mostra afinidades com as culturas latino-americanas, | A cultura popular do povo cabo-verdiano reflecte cinco séculos de influências europeias e africanas, e mostra afinidades com as culturas latino-americanas, | ||
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| A literatura cabo-verdiana em português começou com um movimento literário em 1936, em torno da revista literária Claridade, em oposição à ditadura do poder colonial e em ruptura com os modelos estéticos europeus. Entre os representantes deste movimento destacam-se Baltasar Lopes da Silva, autor de Chiquinho, Manuel Lopes, com os romances Chuva Brava e Os Flagelados do Vento Leste, e Germano Almeida, autor de O Meu Poeta e Testamento do Senhor Napumoceno.\\ | A literatura cabo-verdiana em português começou com um movimento literário em 1936, em torno da revista literária Claridade, em oposição à ditadura do poder colonial e em ruptura com os modelos estéticos europeus. Entre os representantes deste movimento destacam-se Baltasar Lopes da Silva, autor de Chiquinho, Manuel Lopes, com os romances Chuva Brava e Os Flagelados do Vento Leste, e Germano Almeida, autor de O Meu Poeta e Testamento do Senhor Napumoceno.\\ | ||
| A língua crioula é representada na literatura, na oratura e nas canções, por Ana Procópio, poetisa do improviso nas festas populares da sua ilha do Fogo; Eugénio Tavares, da ilha Brava, Mário Barbosa, do Fogo, B. Leza e Manuel de Novas, de S. Vicente, autores célebres de mornas e coladeiras. | A língua crioula é representada na literatura, na oratura e nas canções, por Ana Procópio, poetisa do improviso nas festas populares da sua ilha do Fogo; Eugénio Tavares, da ilha Brava, Mário Barbosa, do Fogo, B. Leza e Manuel de Novas, de S. Vicente, autores célebres de mornas e coladeiras. | ||
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