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| cours:jpc:palops:cinco:cv [27/03/2013 14:29] – [Cultura e educação] fafa | cours:jpc:palops:cinco:cv [24/11/2022 05:34] (Version actuelle) – modification externe 127.0.0.1 | ||
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| A literatura cabo-verdiana em português começou com um movimento literário em 1936, em torno da revista literária Claridade, em oposição à ditadura do poder colonial e em ruptura com os modelos estéticos europeus. Entre os representantes deste movimento destacam-se Baltasar Lopes da Silva, autor de Chiquinho, Manuel Lopes, com os romances Chuva Brava e Os Flagelados do Vento Leste, e Germano Almeida, autor de O Meu Poeta e Testamento do Senhor Napumoceno.\\ | A literatura cabo-verdiana em português começou com um movimento literário em 1936, em torno da revista literária Claridade, em oposição à ditadura do poder colonial e em ruptura com os modelos estéticos europeus. Entre os representantes deste movimento destacam-se Baltasar Lopes da Silva, autor de Chiquinho, Manuel Lopes, com os romances Chuva Brava e Os Flagelados do Vento Leste, e Germano Almeida, autor de O Meu Poeta e Testamento do Senhor Napumoceno.\\ | ||
| A língua crioula é representada na literatura, na oratura e nas canções, por Ana Procópio, poetisa do improviso nas festas populares da sua ilha do Fogo; Eugénio Tavares, da ilha Brava, Mário Barbosa, do Fogo, B. Leza e Manuel de Novas, de S. Vicente, autores célebres de mornas e coladeiras. | A língua crioula é representada na literatura, na oratura e nas canções, por Ana Procópio, poetisa do improviso nas festas populares da sua ilha do Fogo; Eugénio Tavares, da ilha Brava, Mário Barbosa, do Fogo, B. Leza e Manuel de Novas, de S. Vicente, autores célebres de mornas e coladeiras. | ||
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